"It has caused wars, genocide and unspeakable crimes agains humanity. I has also sparked unbrilled unity, unquestioned faith and unmatched devotion. A conudrum indeed."
in mygrandfathertaughtme
the question remains: is it worth it?!
o observação animal vem partilhar conclusões emergentes da observação do animal sobre os animais. será sobre ocorrências da vida quotidiana. o que tem de distinto do blog habitual é que, o que o animal aqui partilha não tem necessariamente que seguir uma linha de raciocínio, exalar nexo, tão pouco agradar a qualquer outro animal. são pensamentos que se me ocorrem. poderão não ser profundos, poderão ser incompreensíveis, mas serão genuínos. é como me apetecer.
Let the games begin
(qualquer animal é livre de abandonar este blog assim que se sinta medianamente confuso)
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10 janeiro 2011
07 outubro 2010
power and money for dummies (e para o Bloco de Esquerda)
eles perguntam: "e os bancos, porque não pagam?"
ora, algo a saber sobre dinheiro e poder.
ter dinheiro é, essencialmente, ter Poder. Poder é, essencialmente a capacidade de obtenção de um bem.
um bem pode ser animado ou inanimado.
temos bens animados como os animais, sejam eles camelo, gatos, deputados ou acompanhantes de luxo.
e temos bens inanimados como Ferraris, a mensalidade do Colégio Militar, as contas offshore ou a vivenda na Quinta da Marinha.
o Poder é exercido, na economia de mercado (ou se quiserem, na sociedade das transacções), através da obtenção de por meio da aquisição dos bens. os bens, sejam eles o Nicolau Breyner ou a Soraia Chaves (no Callgirl) são adquiridos com dinheiro.
o dinheiro, é assim a representação do Poder na terra, como o Papa o é do deus.
tal como o papa perdoa os pedófilos que bem entende, aqueles que mais dinheiro têm (como os bancos) pagam o que bem entendem.
assim Francisco, não. os bancos não pagam. porque se um padre pedófilo é um homem perdoado, então na mesma medida uma instituição financeira não deve contas ao Zé (povinho).
é caso para dizer que, cada um fode o que pode.
ora, algo a saber sobre dinheiro e poder.
ter dinheiro é, essencialmente, ter Poder. Poder é, essencialmente a capacidade de obtenção de um bem.
um bem pode ser animado ou inanimado.
temos bens animados como os animais, sejam eles camelo, gatos, deputados ou acompanhantes de luxo.
e temos bens inanimados como Ferraris, a mensalidade do Colégio Militar, as contas offshore ou a vivenda na Quinta da Marinha.
o Poder é exercido, na economia de mercado (ou se quiserem, na sociedade das transacções), através da obtenção de por meio da aquisição dos bens. os bens, sejam eles o Nicolau Breyner ou a Soraia Chaves (no Callgirl) são adquiridos com dinheiro.
o dinheiro, é assim a representação do Poder na terra, como o Papa o é do deus.
tal como o papa perdoa os pedófilos que bem entende, aqueles que mais dinheiro têm (como os bancos) pagam o que bem entendem.
assim Francisco, não. os bancos não pagam. porque se um padre pedófilo é um homem perdoado, então na mesma medida uma instituição financeira não deve contas ao Zé (povinho).
é caso para dizer que, cada um fode o que pode.
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zé povinho
18 setembro 2010
rat's in the palace
vens a meio da ponte e eis que assistes a mais um exemplo da degradação dos monumentos nacionais. a mais uma violência contra a tua inteligência.
dum lado agradece-se. do outro uma foto. um senhor de idade, activo, quando jovem, na juventude hitleriana.
nunca produziu nada de palpável.
não consta que tenha dito ou escrito algo de verdadeiramente inteligente.
e aí está um país inteiro, país com "p" minúsculo, a agradecer (com a sua inactividade e complacência).
já admirei mais os insulares do RU, mas aqui há que respeitar este Povo, com "P" maiúsculo.
já repararam nas semelhanças entre a religião e a política?
pelo menos a nossa.
são sempre os mesmo que escolhem quem envergará o fato máximo.
e desta vez a escolha foi... um gozo total com o animal católico.
melhor mesmo, só terem escolhido o irmão.
dum lado agradece-se. do outro uma foto. um senhor de idade, activo, quando jovem, na juventude hitleriana.
nunca produziu nada de palpável.
não consta que tenha dito ou escrito algo de verdadeiramente inteligente.
e aí está um país inteiro, país com "p" minúsculo, a agradecer (com a sua inactividade e complacência).
já admirei mais os insulares do RU, mas aqui há que respeitar este Povo, com "P" maiúsculo.
já repararam nas semelhanças entre a religião e a política?
pelo menos a nossa.
são sempre os mesmo que escolhem quem envergará o fato máximo.
e desta vez a escolha foi... um gozo total com o animal católico.
melhor mesmo, só terem escolhido o irmão.
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