Let the games begin

(qualquer animal é livre de abandonar este blog assim que se sinta medianamente confuso)
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13 abril 2011

core

há melodias, chamemos-lhe assim, que embora num inglês perfeito, parecem conter subliminarmente a mensagem, em português clarissimo, "bebe uma", transportando-me de volta aos meus 16-18 anos.

o Core é uma álbum perigosíssimo pois todo ele são melodias destas. 

enjoy STP.

24 março 2011

trabalhar rapaziada

"Haja Governo ou não, queremos alertar para o facto de não poder haver no século XXI alunos a abandonar os estudos por falta de bolsas", disse Gonçalo Carrilho ao I.

já não bastam alguns adultos que não compreendem que direitos adquiridos não podem ser direitos vitalícios, e ainda os (nem tanto) putos vêem reclamar direitos que nalgum sonho húmido concrtizaram como reais...

tenho que concordar com o Mia Couto (acho mas não tenho a certeza). não haja aí algum cientista brilhante que ponha uma galinha a cagar um ovo de ouro a cada 10 segundos e esta rapaziada vai andar toda a Xanax e coca quando sair do mundinho universitário e conhecer o mundo real.

trabalhar rapaziada. trabalhar de dia e estudar de noite. trabalhar de noite e estudar de dia. trabalhar aos fins de semana e estudar aos dias úteis. trabalhar 3 ou 4 part-times de julho a setembro.

o trabalho não dignifica, mas paga muita coisa.

15 dezembro 2010

po po ta





2007

sou só eu, ou a Popota evolui em 3 anos como nenhum pai desejará que a sua filha jamais evolua?

2010

21 setembro 2010

esta vida oioiai

ainda visto t-shirts com buracos e calças rotas nas bainhas.
deixo crescer a barba até... me apetecer.
continuo a viajar de comboio com os pés em cima do banco.
quase todos os dias me apetece jogar pc, apesar de não o fazer há meses.
ainda penso que o emprego menos mau seria aquele em que seria patrão.
o meu cabelo não conhece pente há 12 anos, e o meu carro não conhece aspirador há... uns meses.
continuo a trabalhar o mínimo possível para me poder dedicar o máximo possível aos meus verdadeiros interesses (continuo no emprego errado).

por tudo isto e por muito mais, que não importa, nem convém, aqui referir...
não... não tenho quase 30 anos.